
A Palavras Educação marcará presença na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que ocorre entre os dias 04 e 13 de setembro, no Distrito Anhembi. A editora realizará uma programação especial no Espaço Educação, reunindo autoras e autores de seu catálogo em mesas de conversas e sessões de autógrafos. Os encontros abordarão temas como literatura periférica, formação de leitores, mediação de leitura, diversidade cultural e o papel da literatura na construção do conhecimento e na transformação social.
Além das mesas e sessões de autógrafos, a Palavras Educação oferecerá aos visitantes a oportunidade de conhecer seu catálogo no estande da Livraria Drummond (C28), além de conversar com autoras e autores e com equipe editorial ao longo do evento.
Palavras Educação na Bienal – A programação da Palavras Educação na Bienal tem início no dia 04 de setembro, com a mesa “Cultura e Literatura Periférica”, reunindo os autores Daniel Carvalho (“Manual para ler as estrelas” e “Das ruas às linhas: vozes do slam brasileiro” (org.)), Marco Haurélio (“O dragão da maldade e a donzela guerreira” e “Cordel de todos os tempos”) e Jô Freitas, com mediação da escritora e doutora em literatura de Maria Nilda de Carvalho Mota, a Dinha.
Já no dia 09 de setembro será realizada a mesa “Por que lemos na escola?, com a participação da pedagoga especializada em alfabetização Miruna Kayano Genoino (representando a Palavras) e da professora e doutora em Teoria Literária e Literatura Comparada, Sonia Fernandez, com mediação da mestre e doutora em Teoria Literária, Katia Chiaradia
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No dia 11 de setembro, é a vez da mesa “Literatura como espaço de imaginação, conhecimento e transformação social”, formada só com profissionais ligados diretamente à Palavras Educação. Conversam sobre o tema as autoras Laura Andreato (“Deizinho”, “Pelos olhos de minha mãe” e “Lábaro”) e Cibele Lopresti (“Para onde me levam os meus pés” e “Vozes da Juventude”), com mediação de Maria Rocha, coordenadora editorial da Palavras.
No dia seguinte, 12 de setembro, ocorre a mesa “Água de Maré – cultura e diversidade”, com a jovem autora Sofia Fajersztajn (“Brilho da Noite”), a escritora Tatiana Nascimento e a escritora e atriz Odailta Alves, com mediação da jornalista e escritora Patrícia Negrão.
Por fim, no dia 13 de setembro, a Palavras Educação encerra a sua programação na Bienal com a mesa “Como se constrói um catálogo de literatura para as crianças”, com Cândido Grangeiro (editor da Palavras Educação) e Paulo Verano (editor da Edições Barbatana), e mediação da diretora do Instituto Emília e publisher da Revista Emília, Dolores Prades.
“A literatura tem uma ligação dialógica e dialética com a sociedade. Por meio dela é possível abordar e trazer à tona os nossos assuntos mais urgentes, como racismo, preconceitos, entre outros”, enfatiza a curadora do Espaço Educação na Bienal de São Paulo, Sol Petrosino, sobre os motivos que motivaram a escolha de obras e autores da Palavras Educação para a programação da 28ª Bienal de São Paulo.
Sol Petrosino ressalta ainda a importância da escola – sobretudo diante do triste quadro de que 53% da população brasileira é formada por não-leitores – para o primeiro contato das crianças com a literatura. “A formação de leitores ocorre primeiramente na escola. E os livros da Palavra Educação trazem, além de literatura de qualidade, uma estrutura textual que provoca experiências nos leitores, envolvendo e mexendo com as emoções. Eles trazem letramento e dão um contexto prazeroso a quem lê”.
A curadora finaliza ressaltando a importância dos livros didáticos, um dos pilares de atuação da Palavras Educação. “São os livros didáticos que convidam a formar leitores e a conhecer o mundo por meio da literatura”.