Virgínia (Theresa Fonseca) começa a enfrentar as consequências de seus atos depois que suas armações contra Alika/Lúcia (Duda Santos) vêm à tona. Após a descoberta de que a jovem mentiu para obter dinheiro e financiar a ação de um cangaceiro contra o ateliê Flor de Seda, Diógenes (Danton Mello) decide que a filha precisará aprender uma dura lição. Determinado a fazê-la refletir sobre a gravidade de seus erros, ele a coloca sob a responsabilidade de Padre Viriato (Marcelo Médici), que ficará encarregado de supervisionar sua punição.
Em cenas previstas para irem ao ar a partir desta sexta-feira, dia 17, Virgínia é levada à igreja e informada de que passará a atuar como obreira. Contrariada, ela precisa abandonar os privilégios aos quais sempre esteve acostumada para ajudar nos trabalhos da paróquia e cumprir uma rotina rigorosa de tarefas. A decisão conta com o apoio de Marta (Emanuelle Araujo), que também se mostra decepcionada com os rumos tomados pela filha e espera que a experiência a ajude a rever suas atitudes.
Desde o primeiro momento, Virgínia resiste ao castigo. Padre Viriato, porém, deixa claro que ela não receberá qualquer tratamento especial e que deverá cumprir todas as atividades designadas por ele. Mas o momento mais constrangedor acontece quando Mirinho (Nicolas Prattes) e Graça (Fabiana Karla) passam pela praça de Barro Preto e se deparam com Virgínia usando avental e carregando sacolas de doações da igreja. Surpresa, Graça custa a acreditar no que está vendo. Já Mirinho explica que Padre Viriato está sendo rigoroso no cumprimento da punição determinada por Diógenes. Exposta diante dos moradores da cidade e obrigada a cumprir tarefas comunitárias, Virgínia percebe que não conseguirá escapar das consequências dos próprios atos.