Cinema

‘Quanto Mais Preta, Melhor’ celebra o legado de Preta Gil com produções inéditas na TV e no streaming

Preta Gil

Preta Gil

Um ano após a morte de Preta Gil, o público poderá revisitar sua trajetória por meio de duas produções inéditas que estreiam em 20 de julho como parte do projeto ‘Quanto Mais Preta, Melhor’, homenagem da Globo à força, autenticidade e ao legado da artista. Na TV Globo, o documentário ‘Preta – Eu Não Ando Só’ traz um retrato íntimo dos últimos anos de sua vida, construído a partir de imagens inéditas gravadas pela própria cantora e por amigos durante o tratamento contra o câncer. Já no Globoplay, a série Original ‘Meu Nome é Preta’, produzida pela Conspiraçãopercorre sua trajetória pessoal e profissional, revelando a mulher que transformou sua própria história em instrumento de representatividade, afeto e liberdade. A série será dividida em quatro episódios liberados semanalmente.

Juntas, as produções oferecem um panorama amplo sobre quem foi Preta Gil. Enquanto o filme acompanha sua jornada mais recente, marcada pela coragem de compartilhar vulnerabilidades e fortalecer laços com amigos e familiares, a série resgata momentos decisivos de sua vida, desde a infância até sua consolidação como artista, empresária e figura pública que desafiou padrões e abriu caminhos para importantes debates sobre diversidade, corpo e comportamento.

Produzida a partir de registros captados por celulares e depoimentos de pessoas que estiveram ao lado de Preta em diferentes momentos, ‘Preta – Eu Não Ando Só’ revela uma rede de afeto que a acompanhou durante toda a vida e reúne participações de nomes como Carolina Dieckmann, Ivete Sangalo, Regina Casé, Gominho, Ana Carolina, além de familiares como Francisco Gil, Sol de Maria e Gilberto Gil.

Para Sandra Kogut, diretora do filme documental da TV Globo, a obra traduz a potência de uma mulher que fez da própria vida um gesto de compartilhamento. “O filme coloca a gente muito perto da Preta, na intimidade, e ao mesmo tempo dá a dimensão de quem ela foi. Apesar da doença, tudo na Preta era sobre a vida, a pulsão gigante da vida. Então é um filme que abraça isso, a alegria, a gargalhada, a vontade de viver. E ao mesmo tempo ela tinha essa vontade de se mostrar para o mundo de peito aberto. O filme mostra também as dores e as lágrimas”, afirma.

Já para diretora Mônica Almeida, esse filme documental é especial por se tratar de um pedido da Preta. ‘Ela me chamou para conversar em 2023. A vontade era fazer um filme mais íntimo, filmado pelos amigos. Ela queria se filmar, queria que fosse de verdade, original como ela. A gente acompanhou todo esse processo, o filme foi mudando ao longo do tempo, se desenhando conforme o caminho da Preta’, afirma. O filme tem direção artística de Monica Almeida, direção de Sandra Kogut, roteiro de Renato Terra, produção executiva de Fernanda Neves e produção de Elaine Sá.

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