Teatro

“Anunciação – O musical de Alceu Valença” celebra os 80 anos do artista pernambucano

“Anunciação – O musical de Alceu Valença” celebra os 80 anos do artista pernambucano, com direção geral de Miguel Colker e direção artística de Duda Maia Montagem estreia no Rio de Janeiro transformando a obra do artista em uma experiência sensorial, que une teatro, música e poesia Material de Divulgação “Tu vens, tu vens. Eu já escuto os teus sinais”. A obra do cantor e compositor Alceu Valença chega ao teatro, como uma bruma leve das paixões que vêm de dentro. Em “Anunciação – o musical de Alceu Valença”, que estreia no dia 23 de julho de 2026, no Teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro, imagens, música, festa e invenção se unem em um espetáculo que foge do realismo e aposta na magia.

A montagem mergulha no imaginário criado pelo artista ao longo de décadas e constrói uma experiência cênica livre, irreverente e profundamente brasileira. Com direção geral de Miguel Colker e direção artística de Duda Maia, o musical parte das comemorações dos 80 anos de Alceu (que serão completados no dia 01 de julho).

No palco, oito intérpretes – em sua maioria nordestinos – dão corpo a uma narrativa sem personagens fixos, guiada por cerca de 35 canções, entre elas “Anunciação”, “La Belle de Jour”, “Tropicana” e “Como Dois Animais”. Idealizado por Miguel Colker, o espetáculo nasce de uma relação afetiva antiga com a obra de Alceu. Em 2019, após a morte de seu pai, o fotógrafo pernambucano Cafi — amigo de Alceu e autor de capas históricas de seus discos, Miguel assumiu a tarefa de organizar um acervo com mais de 40 mil fotografias.

O mergulho nesse material acabou se transformando no ponto de partida do espetáculo. “Nesse processo de digitalização, me deparei com milhares de imagens históricas de Alceu. Vivíamos o pós-pandemia e eu sentia um desejo forte de voltar a fazer teatro. Juntei esse desejo pessoal com a relevância de Alceu e propus à Yanê Montenegro, sua parceira e companheira de vida, levar seu universo poético e criativo para o palco teatral. Ela topou de bate-pronto”, conta Miguel.

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