
O ator Guilherme Rodio estreia no docudrama do Globoplay “Pico dos Marins: O Caso do Escoteiro Marco Aurélio”, dirigido por Marcelo Mesquita e produzido pela Paranoid Filmes, que estará disponível na plataforma a partir de 12 de maio. A série conta a história do desaparecimento de Marco Aurélio Simon, um jovem de 15 anos que foi visto pela última vez em 8 de junho de 1985, durante uma expedição ao Pico dos Marins, em Piquete, São Paulo. A família busca pelo paradeiro dele, sem nenhuma pista ou resposta, há 40 anos. A produção é inspirada no podcast de mesmo nome, lançado em 2022 com enorme sucesso de audiência. Na trama, Guilherme interpreta Juan, o chefe dos escoteiros.
Em breve também será visto atuando em dois longas inéditos: Casarão”, dirigido por Cíntia Domit Bittar, que integrou a vitrine de filmes em pós produção no Fantastic Cuts, do Marché du Film 2025, em Cannes, como no papel de Giovani; e “Furnas Fundas”, com direção de Beto Marquez, uma comédia de terror em que contracena com atores como Eriberto Leão e Otávio Muller. “O Otávio tem uma espontaneidade e uma naturalidade que contagiam. Estar em cena ao lado dele, podendo responder a cada olhar e cada gesto foi mágico! ”, diz. Guilherme.
Guilherme atua no audiovisual desde 2010. Integrou o elenco de “Maria e o Cangaço” (Disney+ 2025), de Sérgio Machado, “Beleza Fatal” (HBO MAX 2025), de Raphael Montes, “Rota 66 “ (Globoplay – 2022), de Maria Camargo, “Não Foi Minha Culpa” (Star+ – 2022), com direção de Susanna Lira, “Carcereiros” (Globoplay – 2019), dirigida por José Eduardo Belmonte, “Hebe” (Globoplay – 2020), direção de Mauricio Farias, entre outras produções.
Guilherme é formado como ator no Centro de Pesquisas Teatral do SESC (CPT) sob Antunes Filho e frequentou por um ano a Stella Adler Academy of Acting de Los Angeles, além de ter sido membro, em 2021 e 2022, do grupo de estudos do coach de atores norte-americano Milton Justice, que preparou atores como Mark Ruffallo, Sean Astin, Patrick Stewart entre outros.
O cinema é seu veículo preferido em função do processo colaborativo. Apesar de ser um ator formado nos palcos do teatro, e entender que no teatro é onde o ator tem sua maior autonomia. “Cada pessoa presente num set de filmagem é uma peça pequena e imprescindível de uma máquina mágica de sonhos. O silêncio de toda uma equipe focada na resolução de uma cena, entre um “ação!” e um “corta!”, é um exemplo formidável de como nós humanos podemos cooperar poderosamente uns com os outros”, ressalta ele.
Com quase 20 anos de uma trajetória extensa e versátil, a série “Pico dos Marins”, foi uma virada de chave no olhar de Guilherme para a sua profissão e o entendimento sobre a potência da arte. “Criar um personagem real, em uma situação tão delicada, foi uma experiência de muita responsabilidade que mostra que a arte tem uma função social muito importante e eu acredito que esta série pode ajudar a mudar o desfecho de um caso tão emblemático da história recente do Brasil”, declara o ator